Sinal verde

10/04/2018
Quero falar da esperança que traz como mote as tábuas soltas, as coisas esquecidas, as verdades passageiras e o futuro reinventado.

Sinal verde. Pode ser ali onde os materiais se reinventam, em determinado momento auxiliando uma obra, em outro transformando-se em cenário, guardando a beleza singular do que se transforma.

Sim, podemos dizer que há beleza no aparente caos daquela primeira impressão. É que o poder da reinvenção das coisas pode vir também de um momento ou de um lugar aparentemente caótico.

Quero, no entanto, falar de esperança. Da esperança que traz como mote as tábuas soltas, as coisas esquecidas, as verdades passageiras e o futuro reinventado.

A vida é assim, superamos as barreiras que ela pode nos trazer e seguimos adiante.

Quem sabe um olhar criativo, um fazer espontâneo, um novo caminho, uma nova forma de entender, questionar as próprias convicções empoeiradas nos arremetam como num trampolim para cima e em seguida para um mergulho?

Sinal verde, nenhuma tábua é descartável, nenhuma pedra é por acaso,  pode  conter o significado e a força de inquietar e reinventar as nossas vidas.


Ivan Guimarães – Gerente de Comunicação do Colégio Santa Cecília