O Guarany

05/09/2016

Heitor Montenegro, João Arthur e Ivo Espíndola são veteranos na Olimpíada Nacional de História do Brasil. Ano passado, eles chegaram à final e voltaram para casa com Menção Honrosa. “A gente queria superar o resultado e conquistou a Medalha de Bronze este ano. Quem sabe ano que vem a equipe volta com ouro. Estamos mais maduros como equipe e a preparação da Escola ficou mais organizada”, comemora Heitor.

A ONHB contou este ano com cerca de 10 mil equipes inscritas na primeira fase, chegar à final é uma conquista impressionante. São muitas etapas a serem vencidas, discussões em grupo e aprofundamento.  A Escola esteve no centro dos debates. “Me interesso muito por História do Brasil e minha capacidade interpretativa, meu conhecimento melhoraram bastante depois que comecei a participar da ONHB. Estou muito satisfeito com o esforço e a conquista da nossa equipe”,  diz João, que vem se aprofundando na leitura dos documentos que servem como base para compreender as questões.

Ivo percebe que a riqueza de participar está no aprofundamento. “Aprender coisas novas, que não são abordadas no currículo convencional é muito interessante. A forma de estudar é diferente, tem muita mais discussão e pesquisa, o que torna o conhecimento sobre o assunto e sobre o mundo mais fundamentado.”

Heitor reforça a percepção dos colegas: “A Olimpíada faz a gente ver além do dia a dia. E trabalhar em equipe permite que você observe como os outros pensam, são outros olhares sobre a mesma questão. Com o processo, ganhamos uma visão mais ampla e crítica da História do Brasil, um país tão complexo, mas que a gente gosta tanto”.  

 

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